
Seis horas da manhã. Olho para o lado e vejo uma mulher, que diz:
- Bárbara, levantar.
- Ahn...? - resmungo, ainda entorpecida pelo sono.
- Beber, cair, levantar. Beber, cair, levantar - canta a minha mãe, começa a rir e sai dançando do quarto.
Acreditem em mim: não foi um sonho.